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Quebra de patente da semaglutida e atuação farmacêutica

Notícia publicada originalmente em 21/01/2025.

A quebra de patente da semaglutida abre perspectivas para sua disponibilização no sistema público de saúde. O Rio de Janeiro iniciou negociações com laboratórios, incluindo a Novo Nordisk e empresas que fabricarão o medicamento após março de 2026, quando termina a exclusividade. A Conitec havia negado a incorporação em 2023 devido ao custo estimado de R$ 12,6 bilhões em cinco anos, mas a concorrência gerada pela quebra de patente deve reduzir os preços.

O Conselho Federal de Farmácia destacou que a orientação farmacêutica adequada é essencial para o sucesso da iniciativa no combate à obesidade. A liraglutida, cuja patente já expirou, teve seus primeiros genéricos aprovados pela Anvisa em dezembro, demonstrando que a quebra de patente de medicamentos dessa classe pode torná-los mais acessíveis à população.

Fonte: cff.org.br, publicada em 21/01/2025.

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